MP/AL mira FAF e CBF
Feijó Vira Alvo do MP/AL Após Denúncias Sobre “Estrutura Paralela” na FAF e CBF.png)
Gustavo Feijó
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O Ministério Público de Alagoas colocou oficialmente a Federação Alagoana de Futebol (FAF) e nomes ligados à família Feijó no centro de uma investigação que pode se transformar em um dos maiores escândalos recentes do futebol alagoano.
O foco da apuração envolve uma suposta “estrutura paralela” criada para movimentar milhões de reais por meio de institutos privados ligados à FAF, incluindo recursos públicos oriundos de emendas parlamentares e verbas da própria Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
O que está sendo investigado?
O MP/AL notificou oficialmente a CBF e deu prazo de 20 dias para que a entidade responda uma série de questionamentos técnicos sobre:
repasses financeiros;
fiscalização da FAF;
auditorias internas;
movimentações contábeis;
e o funcionamento de institutos privados ligados à federação alagoana.
A investigação gira em torno de dois institutos:
Instituto FAF de Potencial Pleno (IFPP);
Instituto FAF de Aprimoramento, Gerenciamento e Pesquisa (IFAGP).
Segundo documentos citados nas reportagens nacionais, o IFPP foi criado com uma finalidade que chamou atenção do Ministério Público: “gerenciar e receber recursos em nome da sócia instituidora”, no caso, a própria FAF.
O nome Feijó no centro da crise
A investigação atinge diretamente Felipe Feijó, atual presidente da FAF, e indiretamente Gustavo Feijó, ex-presidente da entidade e atual diretor de futebol masculino da CBF.
Felipe assumiu a federação ainda muito jovem e consolidou o domínio político da família dentro do futebol alagoano. Já Gustavo Feijó construiu influência nacional dentro da CBF ao longo dos últimos anos.
Agora, essa proximidade entre FAF e CBF passou a ser alvo de questionamentos do Ministério Público.
O MP quer saber:
se a CBF tinha conhecimento formal da atuação dos institutos;
se houve repasses ou parcerias;
se existia fiscalização adequada;
e se foram detectadas irregularidades nas prestações de contas entre 2023 e 2025.
Milhões de reais sob suspeita.png)
Felipe Feijó/Gustavo Feijó
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Os números revelados nas apurações chamam atenção.
Segundo dados obtidos via Lei de Acesso à Informação:
mais de R$ 6,3 milhões em emendas parlamentares estaduais foram destinados a projetos ligados à estrutura investigada;
a FAF recebeu mais de R$ 2,1 milhões da CBF em 2024;
além de R$ 207 mil específicos para arbitragem.
Ao mesmo tempo, a FAF possui uma dívida ativa superior a R$ 6,2 milhões junto à Fazenda Nacional.
Estrutura paralela: o ponto mais grave da denúncia
O termo “estrutura paralela” passou a dominar o caso porque as suspeitas apontam para um possível modelo criado para descentralizar recursos fora da estrutura tradicional da federação.
Na prática, os investigadores tentam entender:
qual era o papel real dos institutos;
como os recursos eram administrados;
quem controlava as movimentações;
e se houve tentativa de blindagem patrimonial ou financeira.
Até o momento, não existe condenação judicial nem denúncia criminal formal contra Gustavo Feijó ou Felipe Feijó. O caso ainda está em fase inicial de apuração administrativa e coleta de informações.
O silêncio da CBF aumenta pressão
Gustavo Feijó / Samir Xaud (presidente da CBF)

Outro ponto que aumentou a repercussão nacional foi o fato de a investigação atingir diretamente a estrutura de fiscalização da própria CBF.
Entre os questionamentos enviados pelo MP estão perguntas sobre:
mecanismos de compliance;
transparência financeira;
governança das federações estaduais;
e auditorias internas da confederação.
Ou seja:
o caso deixou de ser apenas uma questão regional e passou a atingir o modelo de controle do futebol brasileiro.
Repercussão política em Alagoas
O escândalo também ganhou dimensão política.
Isso porque parte dos recursos investigados veio de emendas parlamentares estaduais destinadas via Secretaria de Esporte de Alagoas.
A oposição já começa a cobrar:
transparência total dos contratos;
divulgação das prestações de contas;
identificação dos parlamentares responsáveis pelas emendas;
e auditorias independentes sobre os recursos movimentados.
Nos bastidores, há preocupação com o impacto político que o caso pode gerar caso as investigações avancem.
O que pode acontecer agora?
Os próximos passos dependem da resposta oficial da CBF ao Ministério Público.
Caso sejam identificadas inconsistências, o MP/AL poderá:
abrir ações civis públicas;
ampliar as investigações financeiras;
solicitar quebra de sigilos;
ou encaminhar o caso para investigações mais profundas envolvendo órgãos federais.
O episódio já se tornou um dos assuntos mais delicados envolvendo o futebol alagoano nos últimos anos — misturando esporte, política, dinheiro público e influência dentro da CBF.
E enquanto o Ministério Público aprofunda as apurações, cresce a pressão popular por respostas claras sobre para onde foram os milhões movimentados dentro dessa engrenagem.
Viva o Brasil do Lula...rsrs
ResponderExcluirQuer ser humano desclassificado e imundo esse tal Gustavo Feijó.
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